Hoje é Sexta-feira, 04 de Julho de 2008
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comodismo: s. m.,
estado, qualidade, modo de ser do comodista;E-MOTION no Brasil
A E-MOTION, empresa italiana de distribuição especializada em produtos eletrônicos para mobilidade e digital life style, inicia sua expansão internacional pelo Brasil.
Atual distribuidor de marcas como TOMTOM (como anunciado anteriormente), HTC, Nokia, Palm, Apple e outros (na Europa), a E-MOTION, no ano de 2007, continuou sua trajetória de crescimento acelerado com um aumento de faturamento de 62% sobre 2006, alcançando as cifras de 175 milhões de euros.
A empresa fala com otimismo sobre a expansão das suas atividades para o Brasil, iniciada pelo navegador veicular portátil TOMTOM:
“Além do momento de pleno desenvolvimento econômico, o Brasil é um dos países com maior população e grande parque veicular, o que o torna um dos mercados mais promissores para a navegação por satélite. Além disto, é um país jovem, com facilidade de absorção de novas tecnologias e com uma grande afinidade cultural com a Itália.”, diz Vladimiro Mazzotti, diretor presidente da E-MOTION Itália.
“Queremos trazer ao mercado brasileiro a expertise que E-MOTION desenvolveu em selecionar as marcas de mobilidade mais promissoras e desenvolvê-las no mercado”.
Isso com certeza é uma ótima novidade, ainda mais sabendo que no portfólio de empresas atendidas pela E-MOTION estão a Apple, HTC, Palm e Nokia, mobilidade total!
Confirmamos também que há uma possibilidade da E-MOTION fazer a parte de distribuição da Apple no Brasil, porém, o foco inicial está nos produtos TOMTOM, e novidades a respeito só serão divulgadas caso a E-MOTION e a Apple entrem em um acordo. Ou seja, só se o Steve Jobs quiser e achar o brasil um mercado viável para suas pérolas da tecnologia, o que é meio difícil no momento ao meu ver.
Leia o press-release original no site da E-MOTION (em Italiano).
Compras on-line
Com as vendas on-line aumentando vertiginosamente a cada mês, o que vemos são empresas sendo vendidas, fusões acontecendo, e lucros aumentando cada vez mais.
Portais como o Submarino e Americanas, que agora são a mesma empresa (B2W), são verdadeiros varejos gigantes que recebem milhares de pedidos de compra todos os dias, atendem milhares de pessoas e gerenciam milhares de encomendas.
O consumidor deveria ser o principal beneficiado neste caso, mas nem sempre é o que acontece. Algumas vezes, quando a empresa cresce demais, o consumidor só é bem atendido até a hora de pagar o produto. Após isto, a história muda de figura.
Em caso de problemas com a entrega, com o produto, ou qualquer outro tipo de problema que o consumidor tenha, muitas vezes acaba sendo tratado como “mais um” na imensidão dos varejos on-line. Isso acontece pois na maioria das vezes o pós-vendas é pouco treinado, demora a dar retornos (quando dá), afinal, são milhares de pedidos todos os dias, e o pós-vendas não quer saber se o seu pen-drive de R$ 40,00 não foi entregue ou se veio com defeito, a única coisa que ele precisa saber é se foi pago ou não. O retorno para o seu problema sempre pode esperar, afinal, nós temos todo o tempo do mundo, não?
Mas e o Mercado Livre? Qual a vantagem que os vendedores do Mercado Livre têm sobre empresas como Americanas e Submarino?
Individualidade. Geralmente quem vende pelo Mercado Livre, tem uma empresa pequena, trabalha sozinho, e acaba fazendo todo o trabalho por conta (atendimento, logística, etc.).
Quem acha um vendedor com mais de 98% de avaliações positivas no Mercado Livre e mais de 500 vendas, GERALMENTE sabe que pode confiar, e GERALMENTE as respostas são rápidas. Eu digo GERALMENTE, pois toda regra tem exceção.
Esta individualidade do atendimento, de poder conversar com a mesma pessoa que vai colocar o seu pedido no correio, que sabe o que está acontecendo e que pode resolver ela mesma quando algo está errado, este é o diferencial destes vendedores sobre as grandes empresas. Muitas vezes isso não é aproveitado pelos vendedores, mas como eu disse acima, toda regra tem exceção.
Hoje em dia eu conheço algumas pessoas que procuram antes no Mercado Livre ao invés das grandes lojas e tem preferência pelo Mercado Livre, pois já tiveram problemas com as tais grandes empresas, preocupadas com o lucro.
O que vocês achariam se uma dessas grandes empresas demorasse cerca de duas semanas para responder um e-mail sobre um produto que você comprou e veio com defeito?
Ou que a devolução e troca deste produto demorasse mais de um mês? Vocês comprariam novamente nesta loja ou iriam procurar alternativas como o Mercado Livre e a loja da sua cidade que cobra um pouco mais caro, mas dá garantia e você sabe que pode levar o produto até a loja e trocá-lo?
Pensem nisso. Ser ignorado e tratado como “um qualquer” por uma empresa gigante, ou ter o seu produto garantido e ser bem atendido, sem demoras?
Onde essa expansão toda irá terminar? E como os consumidores, a única razão para estas empresas existirem, serão tratados daqui para frente?
Internet e Mundo Real
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Este vai ser um post curtinho até porque ja são 00:13 de segunda feira, e o trabalho esta a menos de 7 horas, mas não é disso que quero falar, mas sim de como a internet influencia o mundo real, caso você tenha alguma duvida disso, abaixo dois pequenos exemplos disto.
Após uma campanha iniciada por Blogs e no formato “brincadeira”, algumas blogueiras selecionadas posarão para uma revista masculina em um ensaio sensual, não entendeu nada ? Clique aqui
Neste época de Youtubes, e rádios online, um seriado criado exclusivamente para ser online , Quarterlife, foi comprado pela rede de televisão NBC. Ler mais .
E você ainda dúvida que conteúdos e “febres” criadas na internet saiam até o mundo real ?
Caso Mattel: O dia que a Barbie teve seu visto negado no Brasil
“Governo proíbe importação de brinquedos da Mattel.
Medida foi tomada pelo Ministério do Desenvolvimento em 17 de agosto.
Entretanto, anúncio não foi feito porque dizia respeito a uma só empresa.”
Qual é o feito que esse veto terá nos dias das crianças e no Natal?
Sabendo q a MATTEL representa até então 40% da demanda de brinquedos no país, entre os brinquedos, estão: bonecas Barbie, bonecas Polly, Batman, Superman, além de brinquedos Hot Wheels, Max Steel, Fisher-Price e Matchbox.
Seria possível a Gulliver, Hasbro, Estrela e outras suprirem esse espaço a tempo?
Em minha opinião é impossível, não só por que dia 12 está logo ai, mas também porque o “buraco” é muito grande. Falei ontem com um lojista de brinquedos aqui da cidade e ele comentou comigo q o ano passado comprou 150 caixas de carrinhos Hot wheels esse ano só conseguiu 40 caixas, ou seja, é provável que venda todo estoque agora dia 12 de outubro. Para o natal ele teria q triplicar seus pedidos pra outros fornecedores, mas o prejuízo já ta maior, pois terá que importar mais, sem aumentar os valores (para ficar ainda compatível com o mercado da área) e mesmo assim perderá muitos clientes para outros setores do varejo, pois muitos buscam determinados brinquedos ( criança é o pior cliente para agradar pois é o que querem ou nada) sem essa opção pais vão comprar roupas, filmes, eletrônicos ou sabe-se lá o que.
Essa atitude do governo brazuca também atingiu outros consumidores, é nesse que eu entro eheheh, os colecionadores de “Actions figure” muitas pessoas que colecionam figuras perderam a opção de comprar em lojas parte da suas coleção, ficando a mercê de alguns importadores e do famigerado mercado livre e de alguns scalpers. Ainda nos resta importar, porém a taxação ta cada dia maior (gaúchos pagam 80% de taxa) e mais freqüente (65% das importações são taxadas atualmente).
Bom, para concluir, o maior prejudicado nessa decisão do governo é sim a criança e é ela que não vai encontrar seu brinquedo nas lojas no dia 12/10, é ela que vai ficar sem o desejo no natal e é ela que quando crescer vai escolher um governo menos inconseqüente.
Deixo um pergunta para vocês, o que o governo ganhou com isso?
por Felipe Gubert em 11/01/2008 - 03:34