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As mudanças e a sexualidade no mundo das Histórias em Quadrinho

Não é um critica, nem muito menos uma revolta ou preconceito, é apenas um comentário de quem vive 20 anos colecionando revistas em quadrinhos, HQs.

Ultimamente a moda é falar da vida sexual de personagens em geral, para mim isso soa errado, não é o que busco nas histórias, mas traz a realidade da nossa sociedade para as paginas das revistas. Como disse, muitos personagens estão “dando a cara a tapa” e assumindo suas opções clip_image002sexuais, e não estou falando do mito “Batman e Robin”, mas é próximo a isso.

Ultimamente, surgiu um boato que a BATWOMAN era lésbica, tudo está relatado na série “52″ da DC, assim que ouvi e li sobre esse “babado” fui a trás da revista para confirmar o fato. Pois bem, não é que tem mesmo um lance estranho rolando com a detetive de Gotham City (assumida) Renee Montoya. Claro que a editora está colocando panos quentes, porém essa historia já causou um descontentamento em muitos fãs conservadores que acusaram o escritor Greg Rucka de apologia a homossexualismo nos HQs.

Engana-se também quem acha que a coisa anda pesada somente nas mãos da DC: a Marvel também anda demonstrando essa realidade em suas revistas.

O caso mais recente é a “mudança” do X-men de Salem Center (NY) para  se instalarem em San Francisco. Cidade conhecida com capital gay norte-americana vai receber os famosos mutantes a partir da edição #500 da revista “Uncanny X-Men” nos EUA. A justificativa dada pelo editor Axel Alonso na feira San Diego Comic-Con neste sábado (26):

“Levá-los para San Francisco nos dará entre outras coisas uma liberdade muito maior para lidar com as questões de sexualidade que sempre estiveram presentes em alguns dos X-Men”.

São Francisco é a única cidade capaz de aceitar os mutantes da maneira como eles são”

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Gostava mais quando a moda nas HQs era ressucitar os mortos ou de simplesmente matar um heróis de segundo escalão, para chamar mais vendas. E vejam bem, eu não sou homofóbico, apenas acredito que algumas coisas de nossa realidade não caem bem no dia a dia das revistas em quadrinhos.

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